Filmes e mais filmes

Nas últimas semanas assisti alguns filmes que merecem comentário por aqui, vejamos então (1 a 5 estrelas):

   Eu, Robô () – Apesar dos puristas da Ficção Científica torcerem o nariz alegando que a adaptação não faz juz aos originais de Isacc Asimov, eu gostei do filme, divertido e com efeitos especiais bem realizados. Impossível não relacionar com os androides (e o argumento) de Animatrix, mas ambos beberam da mesma fonte. Um ponto negativo foi o merchandising exagerado e mal integrado ao roteiro, parece aqueles que a Globo coloca nas novelas, eu já vi mais sutis e pertinentes.

   Cold Mountain () – Confesso que estava com certa preguiça em assitir mais um filme cujo plot é “guerra-separa-casal-apaixonado”, tô cansando também de temas muito relacionados à cultura norte-americana (culpa do Bush?), mas depois de assistir a este filme Nicole Kidman, Renée Zellweger e Jude Law me mostraram que ainda havia história pra contar e emocionar em um tema batido, grandes atores sempre fazem muita diferença, eu recomendo, mas não me pergunte porque não traduziram ou criaram um título em português que eu não sei.

   Revelações () – E por falar em título aqui está um caso de tradução sofrível, o original em inglês (The Human Stain – algo como A Mácula Humana) é muito mais poético e não entrega que existe algo para ser revelado. De qualquer forma o filme é muito bem realizado e ela, de novo, Nicole Kidman dá um show interpretando uma mulher simples (até meio vulgar) e amargurada bem diferente da maioria dos papéis que ela faz. O Anthony Hopkins é que sempre tem aquele mesmo personagem um cara calmo que fala baixo, seja um professor bonzinho ou um assassino frio. De qualquer forma o roteiro baseado num best seller é muito bom.

   Houve Uma Vez Dois Verões () – O diretor Jorge Furtado vai sempre ter a minha atenção, só por ter feito Ilha das Flores, eu achei o DVD desse filme na locadora e resolvi assistir mesmo com um tema pouco atraente, a princípio, adolescentes na praia. Mas como sempre o roteirista e diretor gaúcho surpreende, fazendo uma trama cheia de reviravoltas e atores bem competentes nos seus papéis, inclusive o filho dele que estava horrível em Mulheres Apaixonadas da Globo. Só senti falta um pouco daquele estilo documentário que ele gosta de inserir nos filmes dele, mas vale a locação.

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